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ALUA REFORÇA SUA ATUAÇÃO NO ESPAÇO LUSÓFONO COM MISSÃO INSTITUCIONAL EM TIMOR-LESTE

  • há 6 dias
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Atualizado: há 6 dias

A Aliança Lusófona de Especialistas em Doença Falciforme - ALUA realizou, entre os dias 23 e 27 de março de 2026, uma missão institucional em Timor-Leste, representada pelo Dr. Guilherme Queiroz, membro fundador da aliança. A iniciativa integrou a estratégia de expansão da ALUA no espaço lusófono, com foco no fortalecimento do diálogo institucional e na identificação de oportunidades de cooperação técnica e científica.


A agenda, desenvolvida em Díli, incluiu reuniões com instituições estratégicas dos setores da saúde e do ensino superior, permitindo a apresentação do modelo de atuação da ALUA e o estabelecimento de interlocução qualificada com instituições-chave do contexto nacional. No âmbito do Ministério da Saúde, destaca-se o encontro com a Dra. Esperança, Diretora-Interina do Gabinete de Política, Planeamento, Cooperação e Desenvolvimento da Saúde. Na Universidade Nacional Timor Lorosa’e, a reunião com o Dr. Carlos Boavida Tilman, Vice-Decano de Cooperação da Faculdade de Medicina, reforçou o interesse em iniciativas conjuntas no campo da formação.


No Instituto Nacional de Saúde Pública, foram realizadas reuniões com o Dr. Keyluan Gomes, Diretor Nacional de Formação, e o Dr. Gregório Rangel, Diretor Técnico-Científico. No Hospital Nacional Guido Valadares, a agenda incluiu encontros com o Dr. Nuno Vital Soares, Diretor Executivo, a Dra. Ofelia Rosário, Diretora da Vigilância, e o Dr. Mateus Vicente, Diretor do Laboratório.


A missão incluiu, igualmente, articulação com a Embaixada de Portugal em Timor-Leste e o Centro Cultural Português, onde o projeto da ALUA foi apresentado ao Embaixador Rui Guilherme Araújo e à Adida da Cooperação Ana Pereira.


Do ponto de vista técnico, a visita possibilitou uma avaliação preliminar do contexto epidemiológico local, confirmando a ausência expressiva de casos de doença falciforme no território, em consonância com o esperado para a região. Foi, no entanto, identificada a presença de outras hemoglobinopatias, nomeadamente talassemias, evidenciando a relevância de estratégias orientadas ao fortalecimento das capacidades locais em diagnóstico e abordagem de doenças hematológicas.


Entre os principais resultados, destacam-se o estabelecimento de bases para futuras colaborações institucionais e o reforço do posicionamento da ALUA como plataforma de cooperação técnica e científica no espaço lusófono. Foram ainda divulgadas as sessões clínicas mensais da rede, enquanto instrumento de formação contínua e intercâmbio de conhecimento, com incentivo à participação de profissionais timorenses.


Adicionalmente, foram exploradas oportunidades de integração em eventos científicos internacionais, incluindo a divulgação do Congresso Angolano de Hematologia, promovendo a inserção de Timor-Leste em espaços de produção e partilha de conhecimento no domínio da hematologia.


A missão contribuiu, igualmente, para a ampliação da visibilidade institucional da ALUA, com repercussão em meios de comunicação internacionais, reforçando a importância da sensibilização sobre as hemoglobinopatias e da cooperação em saúde no contexto lusófono.


Durante a agenda no país, o Dr. Guilherme Queiroz concedeu uma entrevista à Agência Lusa, posteriormente repercutida por diversos veículos de comunicação internacionais. As publicações destacaram a necessidade de ampliar a divulgação pública da doença falciforme e reforçaram a relevância da

cooperação entre países de língua portuguesa no enfrentamento das hemoglobinopatias.


A repercussão incluiu veículos como o Observador, Expresso das Ilhas, SAPO e

Notícias ao Minuto, além de entrevista em vídeo disponível no YouTube:


Confira algumas das publicações:








Com esta iniciativa, a ALUA reafirma o seu compromisso com o fortalecimento de redes colaborativas, a promoção da formação qualificada e o desenvolvimento de capacidades técnicas nos sistemas de saúde dos países de língua portuguesa, contribuindo para uma resposta mais integrada, equitativa e sustentável aos desafios da saúde global.



 
 
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